Procurávamos ligação. Pelo caminho, habituámo nos a aceitar muito menos.
Habituámo nos a desaparecer sem explicações, a reduzir pessoas a fotografias e a confundir acesso com ligação. Mas será que é mesmo assim que queremos continuar a relacionar nos? Através da minha própria experiência e da razão pela qual nasceu a Tira Para Fora, reflito sobre a cultura das aplicações de encontros, a importância de respeitar os outros e a necessidade de criar espaços onde possamos ser mais do que um corpo ou um perfil. Porque existem muitas formas de viver a nossa sexualidade, mas nenhuma deveria excluir a possibilidade de uma ligação genuína.


